WORKS

O BARDO (2016)

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How to retell the story of a painting through the making of a performance in a specific time and space? 
O BARDO (THE BARD) is a theatrical performance conceived to intervene in the space of a museum, an art gallery or other space that is not mandatorily a scenic space. It starts with the idea of doing a remake of the painting “Y Bardd” (1774) by Thomas Jones, inspired by the massacre of welsh bards – poets, musicians and troubadours – during the english invasion of Wales territory, used as a strategy to extinguish the cultural legacy of this region. 
In this performance, the last welsh bard – the central figure of the painting – comes to a space to tell his personal story to the spectator before committing his last act.


Como recontar a história de um quadro através de uma performance, num espaço e tempo específicos? 
O BARDO é uma performance teatral pensada para intervir em espaços não convencionais, como uma galeria de arte, um museu ou um outro lugar que não tenha sido obrigatoriamente concebido como um espaço cénico. Parte da ideia de fazer um remake da história de um quadro de Thomas Jones (Y Bardd, 1774) que descreve a perseguição dos bardos galeses durante a invasão inglesa do País de Gales.
Neste espectáculo o último bardo galês – figura central representada no quadro – surge num espaço para contar a sua história ao espectador no momento antes de cometer o seu último acto.


VIDEO (TEASER)

Based on|A partir de Y Bardd, Thomas Jones
Poem|Poema Fern Hill, Dylan Thomas
Direction, Text, Interpretation|Direcção, Texto, Interpretação                             Manuel Henriques
Sound|Criação sonora Mestre André
Support|Apoios Museu Municipal do Bombarral, Polo Cultural das Gaivotas, Rua das Gaivotas 6
Acknowledgments|Agradecimentos Francesca Bertozzi e Ana Bigotte Vieira
Duration|Duração 40 min

Presentations|Apresentações
Espaço Rua das Gaivotas 6 – Lisboa, 2016.
Museu Municipal do Bombarral, 2015.
(work in progress) Demimonde na Galeria da Boavista – Lisboa, 2013 .

BRUMÁRIO (2014)

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Two travelers meet in a theatre stage for the first time. They talk, confront each other, and start a journey into an unknown place. Based on a term invented by Fabre d´Églantine for the French revolutionary calendar, BRUMÁRIO (BRUMAIRE) refers to a period of brume and undefined vision. It is also a fictitious place where frontiers tend to disappear and places of gathering emerge.

BRUMÁRIO was commissioned  by Teatro-Cine Torres Vedras – Portugal. It is a theatre piece related to the state of migrations, boarders and its politics in Europe today. Premiered in April 2014.


No palco de um teatro dois viajantes encontram-se pela primeira vez. Confrontam-se, falam sobre si e arriscam numa viagem de descoberta por um lugar desconhecido. A partir de um termo inventado por Fabre d’Églantine para o Calendário Revolucionário Francês, BRUMÁRIO refere-se a um período de brumas baixas e de visão indefinida, mas também a um lugar fictício onde fronteiras se esbatem e permitem-se lugares de aproximação.

BRUMÁRIO é o resultado de uma encomenda do Teatro-Cine de Torres Vedras para a criação de um espectáculo em torno de questões relativas às migrações, fronteiras e suas políticas na actualidade europeia. Foi estreado no Teatro-Cine de Torres Vedras em Abril de 2014.


VIDEO

Direction and Text|Encenação e Texto Manuel Henriques Interpretation|Interpretação Lynn Vargas Monge e Manuel Henriques Movement|Movimento Lynn Vargas Monge
Sound and Video|Criação Sonora e Vídeo: Mestre André
Light Design|Desenho de Luz Luís Ferreira

Production|Produção Teatro-Cine de Torres Vedras e Manuel Henriques
Assistance| Assistência Nuno Crespo
Video and Documentation|Vídeo e Documentação Mário Guttierez Cru
Photography|Fotografia Federico Nogales e Mário Rosado
Artistic Residence 2014|Residência Artística 2014 Largo Residências, Lisboa

Duration|Duração 50 min

Presentations|Apresentações
Teatro-Cine Torres Vedras, 2014 (Premiere|Estreia).
Largo Residências, Intendente – Lisboa. (Residence Final|Final de Residência)
Teatro Eduardo Brazão – Bombarral, 2015.
Centro Cultural Malaposta – Lisboa, 2015.
Centro Cultural do Cartaxo, 2016.
Auditório Amal – Câmara Municipal da Lourinhã, 2016.

 

O MENSAGEIRO (2011)

O Mensageiro. © João Marques

1 wooden pallet, 1 plastic crown made in China, 1 marker and white ink, 1 pamphlet

Departing from “The Hessian Messenger” written by Georg Büchner in 1834, O MENSAGEIRO (The Messenger) is a performance-manifesto which explores the potential of this genre. It is an attempt to find the moment when words go beyond its literary dimension and become actions.

“(manifesto) is a text that is at odds with its own textuality, trying to reinvent that textuality as action” Manifesto = Theatre, Martin Puchner.


1 Palete de Madeira, 1 coroa de plástico made in China, 1 marcador e tinta branca, 1 panfleto.

Partindo do texto “O Mensageiro de Hesse” de 1834, escrito por Georg Büchner, O MENSAGEIRO é uma performance-manifesto que explora o potencial deste género. Procura o momento no qual as palavras vão mais longe, para além da sua dimensão literária e se transformam em acções.

“(manifesto) is a text that is at odds with its own textuality, trying to reinvent that textuality as action” Manifesto = Theatre, Martin Puchner.


Project and Performer|Projecto e Performer Manuel Henriques
In collaboration with|Em colaboração com Ana Bigotte Vieira e Nuno Fidalgo
Video Adriana Fernandes
Photography|Fotografia João Marques
Financial Support|Financiamento Warwick University (Programa Erasmus Mundus)
Support|Apoios Warwick University, Da Barbuda, João Abel Baptista e Andreia Farinha.

Duration|Duração 30 min

Presentations|Apresentações
Da Barbuda, Lisboa.2011
Festival Curtas Primeiros Sintomas, Lisboa. 2012
Festival AoGosto, Lisboa – Intendente. 2013
Inauguração Espaço da Companhia JGM, Torres Vedras. 2013
Festival 150gr.- Artes en el Mercado, Vitoria- País Basco, Espanha. 2014

 

SOBRE A PREPARAÇÃO DO ACTOR #1 (2013)

SOBRE A PREPARAÇÃO DO ACTOR #1.3.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Taking a chapter from the well known book by Stanislavsky, “An Actor prepares”, in this project we explore the borders between fiction and reality in what we produce and present on stage. We ask ourselves, and the spectator – what is more important, to tell the truth or to create a good lie?


Partindo de um capítulo do conhecido livro “A preparação do Actor” do autor russo Stanislavski questionamos as barreiras que existem entre verdadeiro e falso naquilo que apresentamos e produzimos no espaço cénico. Colocamos a pergunta a nós mesmos e ao espectador – o que será mais importante, contar uma verdade ou inventar uma boa mentira?


Direction |Encenação Manuel Henriques
Based on texts by | a partir de textos de Stanislavsky e Oscar Wilde
Interpretation|Interpretação André Pinto, Madalena Brak-Lamy, Manuel Henriques
Production|Produção Estúdio de Criação da Companhia Clara Andermatt e Associação Sons da Lusofonia.
Duration|Duração 15 min
Presentations|Apresentações
Teatro do Bairro, Lisboa, 2013.